quinta-feira, março 09, 2006

O Mundo ao Contrário...



"onde vais?
perguntas tu ainda meio a dormir
nao sei bem
respondo eu sem saber o que vestir

porque sais?
ainda é cedo e tu nao sabes mentir
nem eu sei
só sei que fica tarde e tenho de ir

se gosto de ti
se gostas de mim
se isto nao chega tens o mundo ao contrario

se gosto de ti
se gostas de mim
se isto nao chega tens o mundo ao contrario
o mundo ao contrario"

Não me sai da cabeça esta música dos Xutos.
Às vezes, complicamos demais o que é simples.
A nossa vida é simples, complicada, ou somos nós que a complicamos?

7 Comments:

Blogger Xib said...

Xutos! Xutos!

sou fã nº1 dos Xutos....
Também gosto muito desta...

e não compliques a vida que não vale a pena, ela é tão curta....

beijinhos,

12:29 da tarde, março 10, 2006   Edit
Anonymous Hugo Lopes said...

Também ainda não percebi...
grande abraço

1:13 da manhã, março 11, 2006   Edit
Blogger As Musas said...

Nóa é que complicamos a vida, pois ela é simples demais.
A foto está lindissima.

2:25 da tarde, março 11, 2006   Edit
Blogger Desconhecida said...

Algumas vidas são simples, outras são de facto complicadas, mas penso que a maioria das vezes somos nós que a complicamos, ou não a conseguimos "descomplicar".

Beijo Azenhas e um bom fim-de-semana.

11:55 da tarde, março 11, 2006   Edit
Anonymous Ortogal said...

A história rectificará certamente,pela mão dos seus revisionistas de serviço. Mas julgo que é hora de lutar contra essa coisa errada e irracional chamada estado. Não só o social, o dito providência, mas todo ele. Hora de investir nos lugares, vilas e comunidades locais de pessoas que efectivamente se conhecem. Hora de desprezar os homens e mulheres bidimensionais e plásticos que, em essência, não existem nem nunca existiram. Hora de juntar as múltiplas identidades humanas numa identidade global feita de proximidades e do calor humano dos homens e mulheres que efectivamente se relacionam. Merda pois para o ciberespaço. Merda pois para os satélites e as demais invenções de uma modernidade escravizante. Em muitos séculos que virão, esta pode ser a última oportunidade para nos afirmarmos autenticamente, como seres vivos herdeiros de uma história sem paralelo conhecido em todo o universo.

6:24 da manhã, março 12, 2006   Edit
Anonymous Anónimo said...

O nosso mundo está balizado por nós e pelos outros. Nem sempre os limites são dignos e justos, mas ao contrário não! Se assim for tenta dar a volta...

12:28 da tarde, março 12, 2006   Edit
Blogger trintapermanente said...

esta musica tambem tem um significado especial para mim. alias serviu de mote para o meu actual blog. vai ate la... e ja la vao 2 anos...

11:49 da manhã, março 13, 2006   Edit

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